Sabia que você pode fazer parte do grupo de corrida de Mark Zuckerberg?

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Mark Zuckerberg

Já imaginou que bacana seria participar de um grupo no Facebook em que Mark Zuckerberg, fundador da rede social, também fizesse parte. Pois é, agora você que corre ou está inspirado a começar a dar os primeiros passos pode, sim, integrar o mesmo grupo que Mark.

No início do ano, Zuckerberg publicou em sua página uma foto correndo com colegas de trabalho e convidando os seguidores a participarem do grupo aberto A Year of Running (Um Ano de Corridas, em tradução livre). A proposta do CEO é fazer 365 milhas de corrida em 2016 (cerca de 600km, considerando que uma milha equivale a 1,6 quilômetros), discutir temas relacionados ao esporte e também divulgar seus progressos. “É bastante corrida, mas não uma quantidade absurda. Em um pace moderado, completar uma milha por dia não leva mais do que 10 minutos”, escreveu.

O grupo já tem mais de 110 membros e a proposta dá continuidade aos desafios anuais que têm se tornado marca registrada de Zuckerberg. No ano passado, criou um clube do livro pelo Facebook, o Year of Books. Nesse desafio, ele propôs ler um livro a cada duas semanas e, por meio do grupo, indicava suas escolhas para que os seguidores e membros o acompanhassem.

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Corredor Paulo Lacerda, o cara das longas distâncias e das corridas contra o tempo

Corredor Paulo Lacerda

Há pouco tempo, tive o privilégio de conhecer um dos corredores mais velozes de Guarulhos: Paulo Lacerda ou Paulinho, como é chamado por muitos amigos. É um atleta inspirador, daqueles que a gente bate um papo e depois sente vontade de colocar o tênis no pé e sair correndo por aí. E não à toa, quem o conhece bem, sabe que sua força reside na paixão que nutre pelo esporte e, talvez, seja justamente por todo esse amor que, para ele, não há nenhuma prova impossível de ser feita. É tudo uma questão de treino, simples assim. Haja vista seu extenso currículo, com mais de 50 maratonas, mais de 15 ultramaratonas, uma média de 1.000 corridas de distâncias menores e três Ironmans. Para se ter ideia do quanto tudo isso significa em números, totalizando todas suas corridas, poderia ter dado uma volta ao mundo, já que para tal façanha é necessário percorrer um pouco mais de 40 mil quilômetros.

Segundo Paulo Lacerda, seu envolvimento com a corrida começou há 20 anos e de maneira totalmente despretensiosa. “Sempre gostei muito de esporte e apesar de acompanhar provas de corridas pela TV e pedalar às vezes, só jogava futebol. No final de 1994, com 30 e poucos anos, conversando com um colega de trabalho, ele disse que havia feito a São Silvestre e que correria novamente naquele ano, então, ele me convidou para ir junto e aceitei. Começamos a treinar cerca de dois meses antes e, em 31 de dezembro de 1994, fiz minha primeira prova oficial. Fizemos treinos extremamente amadores, eu e ele corríamos por conta, e mesmo sem nenhuma base consegui completar o percurso em 1 hora e 13 minutos. Fiquei bem contente com meu tempo”, relembra.

E se começar numa São Silvestre parece ser incomum para a maioria dos iniciantes, Paulo ultrapassou todas as expectativas ao ir correr sua primeira maratona três meses depois. “Após a São Silvestre não parei mais, começamos a procurar outras provas e em março fui para a minha primeira maratona em Ribeirão Pires. Ainda treinávamos sem instrução de um profissional e não tínhamos sequer uma alimentação adequada, contudo, a corrida tocou tão forte em mim, que não enxergava dificuldade em nada”, conta.

Resistência ou persistência?

Se existe alguma explicação óbvia para tamanha disposição, é difícil dizer, mas para o atleta, o estilo de vida interiorano que levava antes de vir para Guarulhos o ajudou e muito a progredir nas corridas logo de início. “Acredito que o meu biótipo ajude também, mas sou do interior de Minas Gerais, e só para ir e voltar à escola todo dia, andávamos quatro quilômetros. Como morava em sítio, para comprar algumas coisas tinha que ir até à cidade e, às vezes, fazia o percurso correndo. Desde muito cedo, mesmo que sem perceber, caminhava e corria bastante”, explica.

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O momento em que a corrida tornou-se prioridade

Quem já caiu nas graças da corrida sabe o quanto o esporte pode ser transformador. E as transformações não se limitam apenas ao aspecto físico. Claro que o corpo muda, mas junto com a mudança corporal também há uma mudança mental. Passamos a priorizar uma alimentação mais saudável; as bebidas alcoólicas começam a ficar cada vez mais restritas; as baladas com os amigos cada vez menos frequentes; o horário de dormir é importantíssimo, sendo que no outro dia é preciso treinar; e parte do salário passa a ser destinado às corridas, aliás, com os preços das corridas uma parte generosa, diga-se de passagem (risos).

É fato, as prioridades mudam e foi exatamente o que aconteceu com Paulo. “Quando o bichinho da corrida morde, não tem jeito. No início, comecei a alternar os jogos de futebol e as corridas e achava que nunca pararia de jogar bola, porque gosto muito de futebol. No entanto, por ser um esporte de contato, acabei me machucando e não pude fazer a prova “Volta à Ilha de Florianópolis” (150 KM), em 1999. Mesmo assim fui com a equipe em que eu estava inscrito, acompanhei toda a prova e os últimos 500 metros corri igual um saci, pois estava com o pé enfaixado. Depois disso decidi parar com o futebol e priorizar as corridas. Nunca me lesionei correndo”, afirma.

A partir dessa escolha, a vida do atleta nunca mais foi a mesma. A corrida tomou uma proporção tão grande que, em 2004, entrou para a assessoria esportiva Trilopez – pela qual compete até hoje –, iniciou o preparo para provas de triátlon e começou a fazer provas cada vez mais longas. E sobre abandonar as pistas, ele é enfático: “Enquanto Deus me der saúde, vou correr”.

Além da superação pessoal, Paulo ainda destaca a importância das amizades. “Ganhei muitos amigos por causa da corrida e depois que participei da Comrades tornei-me bastante conhecido pelas matérias publicadas na revista Contra-Relógio (publicação específica no segmento). Outra prova que me projetou bastante no universo da corrida foi a primeira Uphill, feita em 2013. Têm pessoas que me conhece e eu nem conheço, mas a gente sente uma energia boa, positiva, são pessoas diferentes, mas em busca de um mesmo propósito. Só amizades boas”, comenta.

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Convidado de honra em grandes corridas

Por causa dos bons resultados, Paulinho já foi convidado a participar de competições organizadas por grandes marcas. Nike São Paulo Rio 600K foi uma delas. A prova é parecida com outros revezamentos de longa distância que acontecem pelo mundo, como, por exemplo, a Hood to Coast, nos Estados Unidos, que também é patrocinada pela Nike.

Outro convite honroso foi para participar da primeira Mizuno Uphill Marathon. Paulinho foi um dos 50 convidados e chegou em segundo lugar. Neste ano, participará da Uphill fazendo o Desafio Samurai, categoria com apenas 25 vagas destinadas a atletas com coragem de encarar no mesmo dia as provas de 25 e 42 quilômetros.

Corredor Paulo Lacerda na Mizuno Uphill Marathon
Correndo na Mizuno Uphill Marathon
Paulo Lacerda ao lado da sua estante de troféus
Paulo Lacerda ao lado da sua estante de troféus
Medalha conquistada na ultramaratona Comrades, em 2007
Medalha conquistada na ultramaratona Comrades, em 2007

Adidas cria tênis exclusivo para mulheres

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Mulheres do meu Brasil varonil, olhem que legal. A Adidas fez uma parceria com atletas femininas de todo o mundo para desenvolver o Pure BOOST X, um tênis de corrida desenhado especificamente para mulheres.

A marca criou um calçado com um visual elegante, confortável, delicado e adaptável, construído para atender às necessidades das atletas. “O feedback mais comum que recebemos em anos de trabalho com atletas do sexo feminino foi o desejo de um tênis de corrida com um visual à altura da sua energia e desempenho”, explica Jennifer Thomas, diretora de Running Global da Adidas. “PureBOOST X é um produto que tem inovação e estilo em perfeita harmonia para atender às necessidades da mulher atual”, pontua.

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O PureBOOST X vem com um novo arco flutuante para responder a um look moderno e dar maior conforto aos pés O stretch mesh adaptável do arco envolve a parte central inferior e faz o pé parecer menor, ao mesmo tempo que garante uma sensação de suporte em todas as corridas.

Toda a parte superior é feita em stretch mesh com um arco flutuante e um Sistema de atacadores lock down que proporcionam um ajuste personalizado e envolvente de ponta a ponta. O solado Stretch Web foi desenvolvido para permitir flexibilidade em qualquer ponto e manter o movimento natural do pé.

E para as corredoras fashionistas de plantão, a coleção Pure BOOST X  ainda contará com duas versões repaginas pela estilista Stella McCartney. No site da adidas, consta que o tênis estará disponível para compra em março.

Quer ser saudável? Cuide bem do seu corpo

Hoje vi um texto circulando pelo Facebook e achei muito interessante. O conteúdo descreve de forma literária como nossa organismo sofre com os excessos alimentares e a falta de atividade física. Não consegui descobrir quem é o autor do texto, mas vale a pena repassar a mensagem.

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“CARTA DE UM METABOLISMO ESTRESSADO

Querido humano, eu sei que você anda desapontado comigo. Sei que nos últimos tempos você me esconde em baixo de roupas largas e evita praia.

Você me exige uma energia que não tenho.

Suas bolachas recheadas e refrigerantes não me dão o suporte necessário. Fico sobrecarregado e, infelizmente, me vejo obrigado a estocar energia em forma de gordura.

Eu sei que você se envergonha do seu estoque de energia, mas o que você me pede, não posso lhe oferecer. Estou fraco.

Não descanso e sabe-se se lá quando foi meu ultimo sono reparador. Quando acordo, você não me alimenta e quando me alimenta, não é com qualidade.

Estou estressado e próximo de um colapso nervoso. Sei que você espera mais de mim, mas tenho que ser sincero, também esperava mais de você.

Você me pede foco, energia e menos gordura. Eu lhe peço nutrientes, hidratação e descanso. E assim como você, estou a ver navios.

Você se chateia com o intestino preso, mas querida, não estou em condições de abrir mão de nada agora.

Não me peça para lembrar de algo. Meu estoque de antioxidantes está baixo, minhas membranas celulares sem flexibilidade e a gordura ruim que você consome, acaba comigo!

Já não consigo transportar bem o açúcar que você ingere e contra minha vontade, tive que chamar minha amiga insulina com mais frequência. Se você está tonta e com dor de cabeça, a culpe. E você bem sabe o quanto ela é difícil, sempre que ela aparece de forma desordenada sou obrigado a estocar ainda mais gordura.

Desista dos cremes e das massagens, meu amor. Já não respondo aos estímulos externos.

Estou tão nervoso que pedi conselhos ao cortisol. Ele me aconselhou a reter o máximo de líquido que puder para me proteger e sempre que possível, me livrar do peso desnecessário dos músculos.

Bem, músculos são pesados e eu já não tenho capacidade de carrega-los por aí. Optei pela gordura meu bem, me desculpe. Com a escassez de nutrientes tive que fazer escolhas drásticas.

Não estou mais nutrindo sua pele e cabelo, logo, você os verá ir embora.

Estou tão nervoso que cápsulas e suplementos não são absorvidos. Estou bravo com você e agora não quero mais papo. Estou lhe escrevendo essa carta como um adeus. Estou me desligando e logo, a falta de ar será evidente.

Quanto mais adoeço, mas você me agride com fármacos e eu, sinceramente não entendo por que me tratar assim.

Até parece que quer me ver sofrer. Como se não bastasse todos os anos de descaso, agora grita aos sete ventos que sou lento, que seu metabolismo é lento. Dói!!

Eu nasci sim com algumas imperfeições, mas imaginava que você, com inteligência de humana, soubesse zelar pelo o seu corpo. Me enganei! Você não prestou atenção aos sinais e abusou de mim.

Agora que desabafei lhe pergunto, quando me cansar e for embora, onde você irá morar?”

Eu na Correria, da inspiração à realidade

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Como a maioria dos jornalistas, adoro escutar e contar uma boa história. E depois de começar a correr, senti uma enorme necessidade de ter um espaço para chamar de meu para compartilhar informação com gente que também curte uma correria. Na verdade, a vontade bateu forte mesmo depois de acompanhar meu namorado na prova de revezamento de Bertioga/Maresias (75 quilômetros). Corri um trecho com ele e fiquei na equipe de apoio, mas, gente, aquilo me encantou demais, principalmente ao ver os survivor – atletas que fazem todo o percurso sozinhos.

Depois disso, estipulei duas metas: a primeira foi criar a página. A segunda era correr o quanto antes na prova de Bertioga/Maresias. Para minha alegria, com ajuda de dois tops educadores físicos, o Lucas Almeida e o João Carraleiro, conseguimos montar uma equipe feminina para que assim, pela primeira vez, eu pudesse participar da prova. Pensem numa pessoa feliz. o/

Para a felicidade ser ainda mais completa, nossa equipe se chama “Eu na Correria”, então, posso dizer que são dois desejos se realizando juntos. Nossa equipe é formada por oito lindas corredoras e o mais bacana é que nenhuma é profissional, assim como eu. Todas começaram por algum motivo, se encantaram pelo esporte e, apesar de não serem atletas de elite, levam a paixão pela corrida a sério. Em um próximo post, vou contar a história de cada uma delas.

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Alguns dos melhores tempos do mundo

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Quem tem espírito competitivo sabe o quanto baixar minutos e segundos nas corridas é importante. Lembro que a primeira vez que corri 5k – na vida – fiz em menos de 30 minutos, e meu namorado disse que era um ótimo tempo para alguém quer estava começando. Claro que me senti o último biscoito do pacote, até começar a entender um pouco melhor sobre tempo e conhecer gente que corre 5k em menos de 16 minutos. Meu mundo caiu (risos).

Inclusive, tempo baixo em corrida é uma coisa que me fascina. Gente, como pode alguém correr uma maratona (42 quilômetros) em pouco mais de duas horas? Isso só prova o quanto nosso corpo suporta muito mais do que imaginamos. É uma máquina fantástica e adaptável, que precisa apenas ser treinada. Pensando nisso, pesquisei alguns melhores tempos da São Silvestre e das maratonas de Berlim e São Paulo.

São Silvestre (15 quilômetros)

Masculino

Paul Tergat (1995) – 43 minutos e 12 segundos

Simon Chemwoyo (1993) – 43 minutos e 20 segundos

Tariku Bekele (2011) – 43 minutos e 35 segundos

 

Feminino

Priscah Jeptoo (2011) – 48 minutos e 48 segundos

Alice Timbilili (2010) – 50 minutos e 19 segundos

Hellen Kimayio (1993) – 50 minutos e 26 segundos

 

Maratona de São Paulo (42. 195 quilômetros)

Masculino

Vanderlei Cordeiro de Lima (2002) – 2 horas, 11 minutos e 19 segundos

Stanley Biwott (2010) – 2 horas, 11 minutos e 21 segundos

 

Feminino

Rumokol Chepkanan (2012) – 2 horas e 31 minutos

Carolina Rotich (2015) – 2 horas e 35 minutos

 

Maratona de Berlim (42. 195 quilômetros)

Masculino

Denis Kimetto (2014) – 2 horas e 2 minutos

Wilson Kipsang (2013) – 2 horas e 3 minutos

 

Feminino

Mizuki Noguchi (2005) – 2 horas, 19 minutos e 12 segundos

Yoko Shibui (2004) – 2 horas, 19 minutos e 41 segundos

Os primeiros 10 quilômetros a gente nunca esquece

FullSizeRenderNo dia 8 de dezembro de 2015 fiz minha primeira prova de 10 quilômetros e fiquei muito feliz. Primeiro porque foi na minha cidade, segundo porque não foi uma prova tão fácil assim, considerando que tem uma puta de uma ladeira (risos) e terceiro, por causa do meu tempo: 55 minutos e 48 segundos.

Antes de começar a correr os iniciais cinco quilômetros, não me imaginava participando de provas e fazendo distâncias maiores. Lembro que a primeira vez que corri de verdade, foi em um dia que um professor da academia reuniu um grupo para correr na rua. Era noite, o percurso – suponho – não tinha mais de 5 Km, e quando retornamos à academia, estava exausta. Mas muito, muito mesmo. Meu rosto deve ter ficado vermelho por quase uma hora. Nesse dia pensei: “Jesus, isso não é para mim”.

Depois disso, demorou um pouco até eu ter uma nova chance de correr. Minha segunda corrida foi com meu namorado, e ele, apaixonado por esporte, logo me puxou para fazer 5 quilômetros, porque menos que isso ele não faz nem a pau (risos). Essa segunda experiência foi bem mais tranquila, mas obviamente também fiquei cansada. Contudo, por querer acompanhá-lo em algumas de suas atividades, comecei a correr sempre, até que as corridas começaram a fluir melhor. Leio e escuto muitas histórias de corredores que eram sedentários e hoje correm ultramaratonas. Acho fantástico. E a bem da verdade, é que a corrida pode ser facilmente incorporada na vida de qualquer pessoa, basta querer e estar com a saúde apta para isso.

Hoje, quando olho para trás, me encho de orgulho de ter continuado a praticar um esporte tão completo e democrático.

Pronada, supinada ou neutra, qual seu tipo de pisada?

Marathon runners on road, low section
Marathon runners on road, low section

Os tênis de corrida são elementos fundamentais na hora de colocar o pé na tábua e é muito comum as pessoas associam a qualidade do tênis ao valor do produto, ou seja, quanto mais caro melhor. No entanto, para identificar se o calçado é adequado, não basta preocupar-se apenas com o preço. A primeira análise que os praticantes de atividades físicas devem fazer é qual o tipo de pisada que têm, para, então, procurar pelo tênis ideal.

O modo como se pisa é determinado a partir das características anatômicas de cada indivíduo, como, por exemplo, os tipos de pé, joelhos e flexibilidade nas articulações. No entanto, ainda que cada pessoa pise de uma maneira, costuma-se generalizar as pisadas em três tipos específicos: neutra, pronada e supinada. Continue reading “Pronada, supinada ou neutra, qual seu tipo de pisada?”

Diet, light e zero: você sabe a diferença?

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A partir da década de 1990, as gôndolas dos supermercados passaram a exibir cada vez mais alimentos modificados em relação à composição de seus nutrientes, como carboidratos, proteínas, gorduras, sódio e outros. Nessa onda, surgiram os produtos diet, light e zero, e por causa dessa variedade é comum que os consumidores tenham dúvidas na hora de escolher qual é o produto mais adequado às suas necessidades. Mas, afinal, quais as diferenças entre eles?

De acordo com a engenheira de alimentos Filomena Benfatti, um produto diet apresenta modificações especiais para se adequar a diferentes dietas ou necessidades metabólicas, como diabetes e hipertensão. “São os produtos que se destinam a pessoas com algum tipo de doença que as obriga a controlar ou mesmo suprimir a ingestão de algum nutriente normalmente presente na dieta. Tem que estar declarado e ser facilmente legível a que tipo de dieta o alimento se refere e qual a quantidade desse elemento em sua composição. Pode ser diet em açúcares, sódio, gordura, etc”, explica. Continue reading “Diet, light e zero: você sabe a diferença?”